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Ushuaia, o Fim do Mundo

Depois de mais de meia hora na fila da imigração, fui a caça da minha mala. O aeroporto é mega desorganizado, a indicação estava em um lugar e a mala em outro, mas pelo menos minha mala chegou. Peguei um ônibus de Ezeiza para o Aeroparque, de onde saia o meu vôo de Buenos Aires para Ushuaia (meu medo era não dar tempo, já que não contava com tanta fila na imigração, mas como aqui não tem horário de verão acabei ganhando uma hora).

Cheguei no Aeroparque umas 3h da madrugada. Entrei, mas tudo estava fechado e muitas pessoas dormindo no chão (com cobertores, saco de dormir e sem sapatos). Como não tinha o que fazer, me juntei a eles. Acordei para fazer o check in e despachar minha mala e dormi de novo até a hora do embarque.

Saindo do aeroporto em Ushuaia, ia pegar um taxi para o hostel quando uma menina perguntou se eu queria rachar o taxi com eles. Era um casal da África do Sul, que por coincidência estava hospedado no mesmo lugar que eu. Acabei gastando 1/3 do valor!
 
Deixei minhas coisas no quarto e fui logo procurar minha passagem para Punta Arenas, o próximo destino. A mulher do hostel disse que as passagens estavam esgotadas e que eu só ia achar a partir de quinta-feira (meus planos eram ficar aqui até segunda). O que eu ia fazer 4 dias a mais por aqui? Enfim, fui procurar uma agência para tentar resolver isso. Depois de esperar um pouco, a agência me indicou outra agencia (a cia de ônibus que eles trabalhavam só tinha passagens para quinta mesmo), mas na outra agencia consegui! Eram os 2 últimos lugares, que foram para mim e para um alemão. Que sorte!
 
Dei uma volta no centro da cidade. É uma cidade bem simpática que lembra muito Bariloche, mas a comida é meio cara e os pratos bem grandes (sobrou mais da metade). 
 
Ushuaia, o Fim do Mundo
 

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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