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Templos + Khao San Road

Voltando do Floating Market, fui direto para o templo e Grand Palace, um templo budista enorme! Como eu estava de calcas curtas e regata, tive que pegar uma roupa emprestada – uma camisa e uma saia (ficou tão bonitooo!) – já que não podia entrar no templo com ombros e pernas a mostra (mesmo que fossem só as canelas).
 
A minha roupa não estava nada bonita (tinham piores), mas o lugar compensava! Muitos templos coloridos, com milhões de detalhezinhos, muito dourado, estatuas, budas etc. Além de um palacio (dai o nome Grand Palace), onde mora alguém importante.

Wat Phra Kaew

O lugar é cheio de detalhes

Minha roupa bonita (!)

Flor de lótus, símbolo da pureza no budismo

Grand Palace

Representação da realeza


Fomos para um outro templo chamado Wat Po. Bem menor, mas com um buda super gigante que estava deitado (eles chamam de buda reclinado). Me assustei com o tamanho. Eu devo ser do tamanho do dedão do pé, então imaginem o tamanho dele inteiro.

Wat Po

As imagens de buda aparecem em várias posições e cada uma tem um significado diferente. As posições da mão idem. Só não sei dizer qual é qual.
Eis que vem  parte engraçada do dia! Passei o dia todo com um alemão que estava no mesmo hostel que eu, que também foi para o floating market e depois para os templos. Saindo do Wat Po a gente ia pegar um barco para voltar. Eu disse que ia comprar as passagens e achei que ele estava vindo atras. Paguei, entrei no barco, o barco partiu e…. cade ele? Ele nao veio! 
 
Depois descobri que aquele não era o barco certo (entendo todas as placas por aqui, me sinto uma analfabeta!). Acabei pegando um barco que só atravessava o rio e sai na margem oposta. Como já estava lá, fui no templo que tinha ao lado, pequeno, mas com umas escadarias que foi preciso escalar! Cada degrau tinha a altura do meu joelho e a largura de 1/3 do pé.

Wat Arun

Detalhes do templo

Escadaria terrível para ser escalada

De cima do templo, uma bela vista do Chao Praya River

Atravessei o rio de volta para pegar o barco certo, com a certeza que o alemão já tinha ido embora me achando uma louca e caloteira (fizemos maior confusão com dinheiro, porque ele pagou o empréstimo das roupas para entrar no templo, mas depois esse dinheiro é devolvido. Como ele ficou sem dinheiro para pagar a entrada, eu paguei a dele. Depois ele me devolveu dinheiro a mais e eu não tinha troco para devolver e estava devendo ele). Para minha surpresa ele estava lá me esperando e disse que tinha entendido que eu ia nas lojinhas lá perto e já voltava. Ok,deu tudo certo! Pegamos o barco certo, troquei meu dinheiro para devolver para ele, pegamos o Skytrain e andamos ate o hostel.
Ele foi empacotar as coisas porque está voltando hoje pra casa. Eu fui tomar um banho porque estava nojenta e fedendo. Coitada da pessoa que for usar as roupas que eu peguei emprestado (sera que eles lavam essas roupas?)
A noite, fui para Khao San Road. Lá realmente é o point! Super agitação, baladas, bares, restaurantes, gente do mundo todo, coisas baratas, um milhão de albergues e até o taxi de lá é mais barato!

Khao San Road

O point de bares, hostels, baladas e jovens

Mc e suas regionalidades

Os taxis daqui são todos coloridos – vermelho, azul, laranja etc – todos com cores bem vivas e não sei se há diferença por cor. Não pegei nenhum taxi até agora. O que mais tem é um cor de rosa, a mesma cor do carro da Barbie que eu tinha quando era criança. Não podiam escolher outra cor? 

Como estava o dia todo sem comer fui jantar lá. Comi um pad thai (quase um yakissoba. Macarrão, legumes, frango e ovo), um spring roll (vulgo harumaki ou rolinho primavera) e tomei uma cervejinha. Total: 140 bath, ou menos de 4,5 dólares. A cerveja foi 90, o rolinho foi 10 e o pad thai foi 40. Isso significa que a minha janta saiu por 1 dolar! Pena que esse lugar é meio longe,senão já teria ido comer lá mais vezes, na tiazinha da rua mesmo!

Pad thai, meu jantar por 1 dólar

Amanhã de manhã vou para Ayutthaya. Acordar cedo, fazer o check out, ir para estação comprar minha passagem. Depois de um dia lá vou para Chiang Mai. Espero dormir bem essa noite, já a noite que vem vou dormir no trem.
Adeus Lub-d! Esse é o nome do hostel que eu estou. Me sinto tão em casa aqui! Espero que os outros também sejam assim.

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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