América do SulChileIsla MagdalenaPunta Arenas

Pinguins de Isla Magdalena

Ah! O Chile. Gosto muito mais daqui que da Argentina. Pessoas mais agradáveis e um espanhol muito mais claro e fácil de entender.
 
Punta Arenas muito me lembra o bairro que eu morei em Santiago. Inclusive o frio! Para ficar ainda mais parecido, fui em um café tomar um suco de framboesa, o que eu costumava fazer por la. O que me esqueci é que aqui a lei do cigarro não chegou e todas as mesas do lugar tinham fumantes. Sai de lá fedendo cigarro e assim fiquei o resto do dia.
Aproveitei a manhã livre para passar no mercado para comprar água e umas tranqueiras. Adoro conhecer mercados de outros países.

A tarde, fui para um passeio na Isla Madaglena. O transfer demorou um pouco para chegar e o passeio, que deveria comecas as 2h, partiu às 3h. Foram 2h de barco, com mais golfinhos no caminho, até chegar a ilha.
 
Nesta ilha vivem cerca de 350 mil pinguins. Eles são muito fofos e curiosos. Um deles ficou mordendo minha calça e me batendo (eles são fortes). Os babies parecem bichinhos de pelúcia e, conforme vão crescendo, perdem as plumas.

Na entrada da ilha

350 mil pinguins vivem na ilha

Pinguins babies parecem de pelúcia!

Pinguins curiosos! Esse é o que mordeu minha calça e me bateu

Simpático, né??

Pinguins são animais fiéis. Eles acham suas parceiras e ficam juntos pelo resto da vida. Se um deles morrer, o outro será solitário até morrer também. Eles sempre voltam ao mesmo ninho e tem 2 filhotes por ano. Cuidam dos babies até a fase adulta.

Casal de pinguins! (Bonitinho, não é?)

Entre abril e setembro (eu acho), eles saem da ilha e alguns chegam até Florianópolis. No final do ano voltam para acasalar, ter filhos e cuidarem deles. E assim acontece todos os anos.
 
A volta foi super demorada. Não sei o que aconteceu, mas o que deveria ser feito em 2h, demorou mais de 4h. Foram 4h dentro de um barco balançando de um lado para o outro. No meio do caminho tinham baleias.
 
Cheguei no hostel mais de 11h. Até o dono se assustou com o horário. Por sorte, tinha comprado um cup noodles para jantar. Sorte mesmo, porque não estava afim de sair e procurar um lugar para comer, além disso, o horário da cozinha já tinha passado (mas eles tinham água quente).
 
Hoje acordei, tomei um banho, arrumei as malas e tomei café da manha. Daqui a pouco vou pegar o ônibus rumo a Puerto Natales.

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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