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Obrigada Santo protetor dos mochileiros!

Cheguei no aeroporto umas 3, e não sabia nem onde fazer o check in. O meu vôo era às 5h30 e o check in só abre 2h antes do embarque, então tive que esperar meia hora. Check in feito, descobri que o vôo estava meia hora atrasado. Mais chá de aeroporto e comecei a ficar preocupada com o próximo (esse era o trecho Chiang Mai – Bangkok. Ainda tinha o Bangkok – Phuket às 8h30).

O vôo acabou atrasando mais de meia hora no fim das contas. Sai correndo do avião e ainda tive que pegar aquele maldito ônibus do avião até o  prédio (odeio). Fui pegar minha mala e mega demora para elas aparecerem! A essa altura eu já tinha me conformado que ia perder o vôo. Encontrei uma mulher da cia aérea e fui falar com ela. Ela disse que dava tempo e adiantou o meu check in. Finalmente as malas chegaram e sai correndo pelo aeroporto, igual uma louca, com a mala nas costas.
Cheguei no check in e eles disseram que não podiam despachar a mala porque já tinha passado do horário. Me mandaram ir sem a mala e ela ia no próximo vôo. Loucos??? Sem mala não dá pra ir, né?
 
Próxima proposta: embarcar com a mala. Ok! E próxima pergunta: tem liquidos, sprays, gel ou objetos cortantes? Sim! Todos eles! Teria que deixar tudo por lá – shampoo, protetor solar, repelente etc. Poderia comprar tudo de novo, mas não queria me desfazer do meu canivete.
 
Proposta No 3: despachar a mala com o risco dela nao chegar. Mas o que acontce se não chegar? Ela vai no proximo vôo e eu teria que voltar para o aeroporto para buscar. E quando é o próximo vôo? Sem respostas. Ok, proposta No 3 aceita.
Despachei a mala e sai correndo de novo (mas dessa vez com menos peso!) para embarcar, afinal a essa hora o embarque já deveria ter começado. É claro que murphy é meu amigo, eu estava no maior aeroporto do país e o meu portão de embarque era o mais longe que tinha! Cheguei a tempo e com uma parada para um pipi stop!
 
Embarquei e murphy estava comigo de novo! O vôo saiu super rápido, até antes do que deveria. Enquanto isso, esperava que minha mala tivesse embarcado também. Comecei a pensar que talvez comprar tudo de novo, inclusive o canivete, não seria tão ruim quanto passar um dia na praia sem ter uma roupa para trocar! Mas já era tarde.
Não tinha muito o que fazer a  essa altura. Jantei (a comida era paga), desembarquei já conformada que minha mala não estaria lá. As malas demoraram de novo para aparecer. Para minha surpresa, a minha mala veio! O santo dos mochileiros existe mesmo! No final da tudo certo!
Peguei um shuttle bus para o hostel, que ainda parou numa agência de turismo para conferir os tickets. Já aproveitei e fiz o booking para amanhã. Acho que nunca mais vou conseguir uma programação desse jeito, fiz o booking eram mais de 11h da noite.
 
Cheguei no hostel, que na verdade é um hotel com uma área de quartos compartilhados. O hotel é super quente, mas o quarto tem ar condicionado. Tem 2 meninas da Singapura que acabaram de chegar também.

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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