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O Machu tem Picchu

O grande dia chegou! E começou bem cedo por sinal. 

Acordei as 4h30 (isso porque preferi dormir mais meia hora e não tomar o café da manhã), e fomos para fila do ônibus. Por volta das 6h chegamos em Machu Picchu! 

Na verdade eu não vi nada qdo cheguei, a neblina era tanta que eu achava que estava no céu. Mas depois o tempo melhorou! Fizemos um tour de umas 2 horas, conhecendo as ruínas, histórias, o pq disso e daquilo. É impressionante como construíram tantas coisas em tão pouco tempo, sem ajuda de nenhum animal para carregar aquelas pedras enormes, e como eles “cortavam” as pedras para encaixarem exatamente uma nas outras.

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu
O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu
O Machu tem PicchuO Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu

O Machu tem Picchu! E ele se chama Wayna Picchu, aquela montanha grandona que aparece nas fotos, e que se pode subir – 1 hora de subida que eu diria que é uma escalaminhada para um visual fantastico! Mas é óbvio que nas minhas atuais condições eu não fui. Fiquei com recordações da parte mais baixa mesmo: muitas fotos, um bronzeado com marca de camiseta e muitas picadas de insetos!
 
O grande dia terminou com o caminho de volta para Cusco, de onde escrevo, um banho quente que não foi tão bom assim (acho que todo mundo resolveu tomar banho na mesma hora, e a água não foi suficiente), mas pelo menos era quente. E um jantar que estava ótimo (ou eu estava com fome?) para comemorar o final da trilha.
Hoje demos uma volta em Cusco, algumas compras no mercado local, e um almoço.  Andando na cidade, no Vale Sagrado e na cidade de Machu Picchu (inclusive nos ônibus) eu sempre via uma bandeira colorida que não sabia o que era. Detalhando mais, um arco-íris (se não igual, muito parecida com aquela bandeira gay). Estava pensando se os gays daqui sinalizam as casas, e se Machu Picchu é um local simpatizante. 
 
Na dúvida, resolvi perguntar para o guia. Ele disse que apesar de parecer, não é a bandeira gay! É a bandeira de Cusco (como se fosse uma bandeira do estado), e que ela existia antes de definirem a bandeira gay.

Agora é hora de arrumar as malas, pois amanhã vamos para a floresta – Amazônia peruana!


The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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