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O Bairro Vermelho

Cheguei no meu quarto e tinham 4 meninas: 1 suiça, 2 de UK e 1 brasileira! Eu jamais achei que ia encontrar brasileiros aqui. Ela é de sampa city, mas atualmente mora na China. Fomos as brasileiras e as inglesas jantar. Pegamos um tuk tuk (tipo de taxi, parecido com uma carroça com uma moto no lugar dos cavalos. Ah! é coberta). Era para o tuk tuk levar a gente para Silom Plaza, mas ele entendeu Silom Tower (o inglês das pessoas aqui é bem difícil de entender). 

Chegamos em um lugar meio movimentado e saimos andando, procurando um restaurante. Descobri que estávamos em Patpong, o bairro da luz vermelha, o bairro da prostituição. Jantamos em um restaurante e adivinhem o que eu comi? Curry, óbvio! (e comi isso no avião também!).

O primeiro curry na Tailândia

E as primeiras companhias

Patpong, o bairro vermelho

Depois fomos dar uma volta no market – milhares de bolsas falsificadas, velas, roupas, bijouterias etc. Quase uma 25 de março a céu aberto. 

Um pouco de tudo no Patpong Market


Toda porta que passávamos vinha um convite para assistir o ping pong show. Recusamos vários, mas depois de tanta insistência a curiosidade falou mais alto. 

É bizarro, mas foi engraçadíssimo! Um monte de mulher sem roupa no palco arremessando bolinhas de ping pong com as… vocês entenderam, né?? Sim! Lá mesmo! As partes íntimas delas também tocam buzinas, apagam as velinhas do bolo e guardam colares havaianos. Valeu a experiência!

Na entrada do ping pong show


Na saída um cara da Nova Zelândia perguntou o que achamos. Conversa vai, conversa vem, ele perguntou se éramos todas amigas (entramos no lugar em 6 meninas). Falamos que nos conhecemos todas hoje – 2 americnas conhecemos na porta e elas entraram com a gente. Só estou falando isso pelo comentário dele:
– Hi! How are you? Let’s go to the pussy show??

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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