América do SulChileSantiago

Concha y Toro

Hoje foi dia de conhecer os famosos vinhos chilenos. O tour nas agências custa uns 28 mil pesos. o que é cerca de 52 reais. Achei meio caro e fui buscar outras formas. Quem tem boca vai a Roma e eu fui de ônibus e metrô mesmo!

Depois de atravessar a cidade e fazer umas baldeações, cheguei no ponto final de uma das linhas e fui procurar o ônibus que ia para a bodega. Não foi difícil achar, mesmo com o segurança do metrô me dizendo que essa vinícola não existia mais. Não acreditei nele e continuei seguindo meu caminho.

Peguei o ônibus e desci na frente da vinicola mais famosa daqui, a Concha y Toro. Fiz o tour e aprendi um pouco sobre os vinhos. Ainda conhecemos a lenda do Casillero del Diablo: diz a lenda que o diabo vivia por lá, mas na verdade ela foi inventada porque os vinhos eram roubados. Depois dessa lenda, nenhum vinho sumiu mais. Terminamos o passeio com uma degustação de 2 vinhos e uma visita na lojinha. Comprei uma garrafa do famoso Casillero del Diablo para levar para casa e ganhei a taça que usei na degustação. A pergunta é: como eu vou levar esta taça de volta pra casa? Espero que ela chegue inteira!

Uma placa discreta na entrada

Passeio pela vinícola e aula sobre uvas

Aprendendo sobre o armazenamento do vinho

O caminho para conhecer El Diablo

Eis o diabo! E a solução para os furtos de vinho

Iniciando a degustação

A taça que vai passar longos dias na minha mala

A melhor parte é que eu gastei 8.600 pesos, entre a entrada e o tour na vinícola e as passagens de ônibus e metrô. Os valores que vi nas agências de turismo eram entre 28 e 49 mil.
 
Fiz todo o longo caminho de volta e, para não perder o costume, passei o ponto que deveria descer do ônibus. Tudo bem, cheguei na estação de metrô seguinte. Fui almoçar e segui para La Chascona, uma das casas do poeta Pablo Neruda. Fizemos um tour para conhecer a casa e a história do poeta e suas esposas.

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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