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Chegando em San Pedro de Atacama

Após uma viagem cansativa, chegamos ao Atacama. Foram umas 4 horas até Santiago e pouco mais de 2 horas até Calama, com um vôo quase uma horas atrasado e uma escala em Copiapo. Aqui já tivemos uma prévia do que iríamos encontrar pela frente – um clima extremo e muito seco. Pouco tempo depois que a porta do avião abriu a garganta secou e os olhos começaram a arder.
Desembarcando em Calama pegamos um transfer para San Pedro. Em 5 minutos o carro parou porque o pneu furou! Pelo menos o motorista foi rápido para resolver o problema e continuarmos viagem. Foi o tempo para reparar no outro pneu, que estava completamente careca. Pensamento otimista – ainda bem que por aqui não chove.
Depois de alojadas, horas de ir às compras. Tudo aqui é muito caro. Um pacote de pão, queijo, manteiga, uma sopa instantânea, algumas bananas e água saíram pela bagatela de 40 reais! Uma garrafa de 1,5 litros de água custa 5 reais.
 
A cidade é arrumadinha, mas bem pequena. Em meia horas dá para conhecer o centro e as ruas principais. Tudo o que existe aqui são agências de turismo, restaurantes, hospedagens (de simples hostels a hotéis 5 estrelas) e pequenos comércios (mercadinhos e lojas de artesanato).
 
A praça central tem uma igrejinha e um museu de arqueologia. Ponto importante: é zona de wi-fi grátis. Por toda cidade se vê casas de adobe (parecem de barro), mas é comum terem internet rápida e TV a cabo.
A igrejinha da praça central

Museu arqueológico


Este lugar é muito quente! Era de se esperar do deserto mais seco do mundo, né? O sol durante o dia é muito forte, mas a noite refresca bastante, chegando a uns 10 graus. Senti uma grande diferen
ça de temperatura se comparado com a outra vez que vim, no inverno. O dia era quente igual, mas a noite muito frio!

Cuidado com o sol!

 

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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