Foz do IguaçuParaná (PR)

Cataratas do Iguaçu – um banho de cachoeira

Depois de uma tentativa frustrada de conhecer a Bolívia, vim passar as férias em Foz do Iguaçu. A primeira parada foi no Parque das Aves. É um mini zoológico com um monte de pássaros (óbvio, né!). O diferencial é que tem alguns viveiros em que dá para entrar, então o contato com os animais é direto, e não através de gaiolas. O tucano veio morder meu pé e puxar minhas calças, já a parte das araras eu passei correndo, não queria nenhuma mordida delas de novo (alguma arara já te mordeu? dói!). Mas no final tinham araras com as asas cortadas (que não voam), que devem ser domesticadas, e ficam lá pra tirar fotos.

Flamingos!

O lindo tucano que mordeu meu pé

O viveiro das araras. Medo de ser bicada

Depois disso fui para o Parque Nacional, onde ficam as cataratas. Primeira parada foi fazer um passeio que comecei invadindo um grupo de turistas argentinos. Fomos mata a dentro em um jipe, para ver as flora local, depois uma pequena caminhada pela floresta, terminando com um passeio de barco. Me falaram para levar uma muda de roupa porque eu ia me molhar um pouco. Esse pouco depende do ponto de vista! O barco entra praticamente debaixo da cachoeira. Foi literalmente o maior banho de cachoeira que eu já tomei! Pra que capa de chuva e blusas impermeáveis? A água vem de cima, debaixo, dos lados, de todo lugar, no meu caso, desceu pescoço abaixo.

No barco, a caminho do maior banho de cachoeira que já tomei!

Olhando de outro ponto de vista. Consegue ver onde está o barco?

No caminho de volta tinha um rio com correntezas e o piloto entrou em um buraco que fez uma onda pra dentro do barco. Adivinha quem estava sentada bem na frente e tomou a onda na cara? Acho que essa onda nem chegou nas pessoas que estavam nas cadeirinhas atrás de mim. Depois de me secar e trocar de roupa, fui ver as cataratas por outro ângulo, um pouco mais de longe e de um lugar menos molhado. 

Cataratas do Iguaçu, uma das maravilhas do Brasil

As passarelas te levam a diferentes pontos para apreciar as cataratas. Dá para fazer todo o trajeto andando com calma. Às vezes, os quatis aparecem correndo nas pedras ou entre as árvores. O ponto alto é a passarela de 1 km que leva à Garganta do Diabo, um ponto em que várias cachoeiras se juntam. 

As cachoeiras têm um volume de água impressionante!

As passarelas levam a diferentes pontos

Ao final desta passarela, a Garganta do Diabo

A Garganta do Diabo, junção de algumas cachoeiras

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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