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Buenos Aires, tango e futebol

De Bariloche, fomos para Buenos Aires, em longas 23 horas de viagem de ônibus, mais 2 horas e meia de atraso na saída. Já fiz viagens mais longas de avião, mas de ônibus cansa muito mais! Devo ter dormido quase 20 horas e recuperei todo o sono atrasado, mas mesmo assim foi cansativo. 

Chegando em BAs, jantamos no famoso café Tortoni e assistimos um show de tango. Depois fomos para um barzinho em Palermo e para uma balada.


Café Tortoni, primeiro o jantar...

... depois o show de tango...

... com música ao vivo

Após 3 horas de sono, fomos para o mercado de San Telmo no dia de inverno mais quente de BAs: 35°! Depois de tantos dias de frio e chuva eu até queria um dia quente, mas não precisava exagerar, né! De 0° para 35°foi muito. Por lá, muitas barraquinhas de antiguidades, artesanatos e casais dançando tango pela rua. Almoçamos e voltamos para o hotel. 


Dormi 1 horinha antes de sair de novo. Pegamos um ônibus e fomos para Lanús, no estádio, ver o jogo de Lanús e Boca.

Já fui bem mais interessada em futebol, mas hoje diria que o futebol não faz muita diferença na minha vida. Nem sei quando foi a última vez que eu entrei em um estádio, deve ter mais de 20 anos, e eu não entendo nada do futebol brasileiro. Do argentino então… Mas vamos aproveitar a oportunidade! O jogo em si é só um detalhe quando você está no meio do estádio com as torcidas gritando e pulando ao seu lado.

No estádio

Estádio cheio e torcidas animadas!

 

Para completar a experiência futebolística, fui fazer um tour no museu e estádio do Boca, o La Bombonera, depois de uma passada muito rápida pela casa Rosada e pelo Caminito (fui reclamar do calor do outro diam chuva de novo! E põe chuva nisso!). A passagem foi muito rápida mesmo porque estava impossível andar na chuva, os pés e calças já estava encharcados e fui obrigada a comprar um guarda-chuva que quebrou em 5 minutos porque virou ao contrário com o vento (pelo menos a maioria do tour pelo estádio era coberto).

La Casa Rosada

Caminito

Camiseta usada por Pelé em jogo no Boca, na Libertadores de 1963

O campo do Boca

Vestiários

No bastidores dos jogos

Os camarotes

De volta ao hotel para o almoço de despedida do grupo e a caminho do aeroporto.
O chutometro até que está bom. Eu tinha um limite de bagagem de 23 kilos e com certeza estava carregando muito mais que isso. Minha mala despachada foi de 23,5 kg e o resto veio ma mala de mão. Nunca carreguei tanto peso por tanto tempo dentro do aeroporto e andar com mala dentro do avião não é muito agradável, mas todo o sacrifício foi válido para não pagar o excesso de bagagem.
A viagem de volta foi tranquila. Assisti um filme pela metade porque o avião pousou antes do filme terminar. Tive que preencher um formulário da gripe suína, que eu não vi nem no Chile e nem na Argentina, e estou de volta!
 
Desempacotei uma parte da mala e o resto vai tudo pra lavar. Cansei de usar roupas repetidas! 

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Nascida em São Paulo, já chamou de casa o Japão, a Austrália, o Chile e tem o passaporte carimbado por uma volta ao mundo. Descendente de japoneses com orgulho e ativa na comunidade nikkei, participa de projetos para divulgação do Japão e para o fortalecimento da cultura japonesa no Brasil. Está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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