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Auckland

Fiz um city tour por Auckland, mais um vulcão extinto mas a vista lá de cima era muito boa! Depois, uma parada rápida no museu, apenas 1 hora. Pouco tempo para ver muita coisa. O museu é bem interessante e muito bom pra crianças. Tinham várias fazendo pesquisa de escola, e há áreas especiais do tipo: aprenda brincando, sobre cultura maori, ciências naturais, história. Queria um desses na minha época de escola! 
Auckland
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Depois da cidade, rumo as praias conhecidas como black beaches. Nome auto-explicativo, já que a areia é preta. Essas praias são na região vulcânica e parte da areia é formada pelas cinzas.
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Curiosidade: o filme “The Piano” foi gravado lá, e também “Power Rangers”.
Por último, uma caminhada pela floresta para aprender sobre a flora local, e como os nativos usavam as plantas.
Mudando um pouco de assunto, aqui também existem problemas ecológicos. Quando os ingleses chegaram, trouxeram coelhos por esporte (que esporte? não me pergunte), mas eles perderam o controle sobre a reprodução deles, que se tornaram uma peste. Para resolver isso eles trouxeram o possum, da Austrália (uma mistura de rato e esquilo), e ferrets para acabar com os coelhos, porém esses animais foram atrás dos pássaros e destruíram as florestas! Conclusão: eles ficaram com 3 pestes – coelhos, possum e ferrets, sem pássaros e sem floresta! Eles estão regenerando as florestas e tentando acabar com esses animaizinhos.
No tour de hoje tinha um casal canadense. Na parada para o almoço, eles não entendiam o que a mulher do caixa dizia, e eu fui a tradutora do inglês neo zelandes pra o inglês canadense, usando um inglês australiano. Descobri que esse problema de inglês regional existe mesmo, porque os canadenses, kiwis, australianos, escoceses e ingleses não se entendem 100%.
Fatos engraçados que acontecem comigo:
Outro dia fui almoçar em um restaurante tailandês, e o cara que estava sentado do meu lado desembestou a falar. Falou por uns 2 ou 3 minutos, olhei pra ele com uma cara de interrogação e ele continuou falando até eu dizer “eu não entendo o que você diz!”, e ele me responde “você não é tailandesa?”
Hoje uma chinesa me entregou um livro todo escrito em chinês. Fiz a mesma cara de interrogação e devolvi o livro. Ela começou a falar chinês. A mesma história – “você não é chinesa? Mas você tem cara de chinesa! De que parte da Ásia você é?”. Ela não acreditou que sou brasileira.
 
Voltei para o ônibus e uma pessoa que estava no mesmo tour me pergunta “de que parte do Japão você é?”

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Amante da natureza, de aventuras, da cultura asiática e de causas sociais, reside em São Paulo, mas já morou no Japão, na Austrália e no Chile, já deu uma volta ao mundo e está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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