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A burocracia australiana…

Fugi da aula hoje, cansei! Brincadeirinha!! Mas não fui mesmo, estou no centro de Sydney.
Imaginem uma pessoa que nunca veio pra cá, perdida e andando pelas ruas com um mapa na mão. Essa sou eu! Para chegar aqui peguei o “ferry”, um dos meios de transporte daqui, um barco que demora meia hora de Manly até o Circular Quay… e caro!
Eu vou e volto andando da escola pra casa e vice-versa pra economizar os AUD1,60 do ônibus, e o ferry custa 6 pra ir, e mais 6 pra voltar… Só não vou voltar nadando porque eu ia ser presa aqui, e também porque eu ia morrer no meio do caminho… Bom, pelo menos eu vi a Harbour Bridge e o Sydney Opera House, e tirei várias fotos!
Sydney Opera House e Harbour Bridge
Andei meia hora por uma avenidona aqui, e fui até a imigracao pra trocar meu visto. Cheguei lá e nem sabia o que eu tinha q fazer, mas deu certo. Agora tenho que ir em um lugar pra fazer um cadastro (algo estilo o CPF brasileiro), e preciso disso pra poder trabalhar aqui.
 
 
 
CURIOSIDADE DO DIA: Na frente de casa tem um carro abandonado. O carro tem até teias de aranha nos retrovisores, e nas portas, e está batido atrás, mas é bem pouquinho!
 
Comprar um carro aqui é uma coisa bem acessível (se comparado ao Brasil), mas o custo de manutenção é meio alto. Todo ano é preciso passar por uma vistoria, e se o carro estiver batido, com ferrugem, pneus carecas, ou algo do tipo… não sei o que acontece, mas não pode ficar assim. Não sei se paga uma multa ou perde o carro. E dirigir alcoolizado aqui dá cadeia! Talvez seja por isso que o carro está abandonado. O dono não deve ter dinheiro pra arrumar a batida.

 

 
Aqui acho que uns 80% dos carros que tem na rua são da Toyota, mas vi alguns conhecidos: Ka, Corsa (mas tinha outro nome), Polo (mas era diferente), muitos conversíveis, Audi TT quase todos os dias, um A4 no caminho de volta pra casa… e vários carros esportivos.

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Amante da natureza, de aventuras, da cultura asiática e de causas sociais, reside em São Paulo, mas já morou no Japão, na Austrália e no Chile, já deu uma volta ao mundo e está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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