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Passagem volta ao mundo: Como funciona?

Fazer uma viagem volta ao mundo faz parte dos desejos de muita gente, mas uma boa parte delas acha que é algo impossível antes mesmo de começar a pesquisar. Se você se identificou, eis uma boa notícia: pode ser que você gaste bem menos do que imagina.

Poucos sabem, mas existe uma passagem chamada volta ao mundo. É claro que, como tudo, existem prós e contras, mas entre os principais pontos positivos está sua viabilidade: a passagem dos seus sonhos pode custar cerca 4 mil dólares, o que não é nenhum exagero se pensar que você vai dar uma volta inteira no globo.

Essa é a parte difícil: conseguir informações. Nem sempre os sites são claros em sua explicação e tem cias que nem sabem da existência da mesma, apesar de vendê-la. Experiência própria, quando comprei a minha, liguei na Tam e na Ibéria para tirar dúvidas e tudo o que eles conseguiram me dizer foi “todas as informações estão no nosso site” , ou seja, se você não entendeu algum ponto ou não entende inglês, não tem muito para quem recorrer. Mas tudo nessa vida tem solução! Os blogs de viagem me ajudaram muito, também conversei com algumas pessoas que já haviam comprado essa passagem e fui juntando as pecinhas do quebra-cabeça até conseguir entender tudo.

 

Passagem volta ao mundo: o que é?

 

É uma passagem aérea com múltiplas paradas. Por exemplo, se você mora no Rio e quer ir para Nova York você vai comprar os trechos Rio – NovaYork – Rio, certo? Para uma volta ao mundo sua passagem seria algo como Rio – NovaYork – Londres – Cape Town – Bangkok – Sydney – Santiago – Rio (isso é só um exemplo, ok?).

Quem vende esse tipo de passagem são as alianças Oneworld, Star Aliance e Sky Team. Os vôos são feitos com as cias aéreas que fazem parte de cada uma delas e existem algumas regras (não são poucas) que você precisa conhecer antes de fazer a compra. No geral, as regras são parecidas, mas existem alguns detalhes diferentes entre uma e outra (vale ver o regulamento no site de cada uma).

Para definir de qual aliança comprar sua passagem é bom ter uma ideia do seu roteiro (pode ser que alguma coisa precise ser ajustada para se encaixar nas regras). Cada cia aérea tem um hub, ou seja, um país e cidade base, onde se concentram boa parte dos seus vôos. Sabendo disso, e com o roteiro mais ou menos definido, fica mais fácil fazer a escolha. Para te ajudar, fica a relação de quais são as cias e hubs de cada aliança.

Oneworld:

Airberlin – Berlin e Dusseldorf (Alemanha), Palma de Mallorca (Espanha) e Viena (Áustria)

American Airlines – Charlotte, Chicago, Dallas/Fort Worth, Los Angeles, Miami, Nova York, Philadelphia, Phoenix e Washington DC (todas nos EUA)

British Airways – Londres, aeroporto de Heathrow (Inglaterra)

Cathay Pacific – Hong Kong (China)

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Finnair – Helsinki (Finlândia)

Iberia – Madrid (Espanha)

Japan Airlines – Tokyo, Osaka e Nagoya (Japão)

Lan –  Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina), Quito (Equador) e Lima (Peru)

Tam – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia (Brasil) e Miami (EUA)

Malaysia Airlines – Kuala Lumpur (Malásia)

Qantas – Sydney, Melbourne (Austrália) e Singapura (Singapura)

Qatar Airways – Doha (Qatar)

Royal Jordanian – Aman (Jordânia)

S7 Airlines – Ob, Moscou, Irkutsk e Chelyabinsk(Russia)

SriLankan – Colombo (Sri Lanka)

 

Star Aliance:

Adria Airways – Ljubljana (Eslovênia)

Aegean Airlines – Atenas (Grécia)

Air Canada – Vancouver, Toronto, Montreal e Calgary (Canadá)

Air China – Beijing, Chengdu e Shanghai (China)

Air India – Nova Delhi e Mumbai (Índia)

Air New Zealand – Auckland (Nova Zelândia)

ANA – Tokyo e Osaka (Japão)

Asiana – Seoul (Coréia do Sul)

Austrian Airlines – Viena (Austria)

Avianca – Bogotá (Colômbia)

Brussels Airlines – Bruxelas (Bélgica)

Copa Airlines – Cidade do Panamá (Panamá)

Croatia Airlines – Zagreb (Croácia)

Egypt Air  – Cairo (Egito)

Ethiopian Airlines – Addis Abeba (Etiópia)

Eva Air – Taipei (Taiwan)

Polish Airlines – Varsóvia (Polônia)

Lufthansa – Frankfurt, Munique, Dusseldorf, (Alemanha)

Scandinavian Airlines – Copenhague (Dinamarca), Estocolmo (Suécia) e Oslo (Noruega)

Shenzen Airlines – Shenzen (China)

Singapore Airlines – Singapura (Singapura)

South African Airways – Johannesburg e Cape Town (África do Sul)

Swiss – Zurique (Suíça)

TAP – Lisboa (Portugal)

Thai Airways – Bangkok (Tailândia)

Turkish Airlines – Istambul (Turquia)

United Airlines – Chicago (EUA)

 

Sky Team:

Aeroflot – Moscou (Russia)

Aerolineas Argentinas – Buenos Aires (Argentina)

AeroMexico – Cidade do México (México)

Air Europa – Madrid (Espanha)

Air France – Paris (França) e Amsterdam (Holanda)

Alitalia – Roma (Itália)

China Airlines – Taiwan (China)

China Eastern – Shanghai (China)

China Southern – Guangzhou (China)

Czech Airlines – Praga (República Checa)

Delta – Atlanta (EUA)

Garuda Indonesia – Indonésia

Kenya Airways – Nairobi (Quênia)

KLM –  Paris (França) e Amsterdam (Holanda)

Korean Air – Seoul (Coréia)

Middle Eastern Airlines – Beirut (Líbano)

Saudia – Jeddah (Arábia Saudita)

Tarom – Bucharest (Romênia)

Vietnam Airlines –  Ho Chi Minh, Hanoi (Vietnã)

Xiamen Airlines – Xiamen (China)

 

* Atenção! Essas parcerias podem sofrer alterações. Confira no site das alianças para ver se nada mudou (esta relação foi feita em abril/2015).

 

Quais as regras?

Cada aliança tem a sua, por isso vale ler atentamente cada uma delas nos sites, mas no geral elas são parecidas. Como disse acima, é importante entrar no site de cada uma e ler tudo, mas fica aqui um resumo para te ajudar:

1. A cidade de início da sua viagem precisa ser seu último destino.

2. Não é obrigatório passar por todos os continentes, mas você precisa fazer jus à volta ao mundo, ou seja, sair do continente americano cruzando o Oceano Atlântico e voltar cruzando o Pacífico (ou o inverso)

3. Essa talvez seja a regra mais complexa: a passagem considera o mundo dividido em continentes, mas nesse caso não é exatamente como aprendemos nas aulas de geografia. Marrocos fica na África, certo? Mas aqui o país faz parte do bloco europeu. Entender essa divisão de zonas é super importante, porque você deve seguir sempre na mesma direção. Isso quer dizer, se começou indo para leste você não pode voar no sentido contrário, mas isso é válido para as zonas apenas. Por exemplo, você decidiu seguir para leste, foi para Suíça e depois quer voar para Portugal. Teoricamente você está voltando, mas como ainda está dentro da Europa não tem problema. O que não pode é sair da Suíça, ir para Índia e depois para Grécia (veja que isso seria Europa – Ásia – Europa). Uma vez que você saiu do continente, não pode mais voltar (a não ser que seja o continente de início da sua viagem, aí é óbvio que você pode).

4. Existe um limite de vôo para a viagem toda e um limite por continente. Isso muda dependendo da aliança que você escolher. Na Oneworld, por exemplo, o total é de 16 vôos e o limite por continente é 4. Vale lembrar que conexões contam, ou seja, se você sair do Brasil e for para Holanda, com conexão na Espanha, você já usou 2 dos 4 vôos que pode dentro da Europa. E mais, o total de vôos na Oneworld é um número (16), já na Star Aliance esse cálculo é feito por milhas (se você fizer vôos curtos, consegue voar mais).

5. A viagem deve se completar em até 1 ano.

6. Não é necessário fazer todos os trechos voando, alguns deles você pode fazer por terra (mas esses ficam por sua conta, não entram no valor da passagem). Da mesma forma que as conexões, esse trecho por terra vai ser contabilizado como um vôo.

7. Confira com cuidado como são as regras para alteração de datas. Elas são possíveis, as vezes sem custo, as vezes por uma pequena taxa. A alteração de roteiro vai sair caro, portanto tenha ele bem definido antes de fazer a compra da sua passagem.

8. A empresa que faz o seu primeiro vôo é a responsável por todos os outros, mesmo que sejam operados por outras cias aéreas.

 

Simulando…

Roteiro-RTW
Roteiro da minha viagem volta ao mundo

Parece um bicho de sete cabeças, mas não é tão difícil assim. Os 3 sites tem ferramentas para simular sua viagem e isso ajuda muito! Você escolhe as cidades e o sistema te diz quais são os próximos destinos possíveis, quais são por vôo direto e quais com conexão e já te mostra os vôos disponíveis. Se você ultrapassar o número de vôos permitidos ou fizer algo contra as regras (ir para o sentido contrário, por exemplo) ele vai te dar um alerta também. Depois que todo o roteiro estiver definido e os vôos escolhidos, o sistema já te dá o valor da passagem.

Use e abuse dos simuladores! Faça muitos testes. Vale a pena investir tempo nessa etapa (eu mesma fiz pelo menos 12 versões de roteiros antes de chegar na final).

 

Dicas para definir o roteiro:

  • Evite vôos com conexão para você não perder um trecho de bobeira. Se não for possível fazer o vôo direto, porque não adicionar mais esse destino à sua viagem? (Foi assim que Hong Kong entrou na minha, porque todos os vôos da Coréia do Sul para China passavam por lá).
  • Utilize cidades grandes como base e conheça os arredores por conta. É mais fácil se deslocar entre as grandes, já as cidades menores provavelmente vão fazer conexão nas maiores. A lista de hubs de cada aliança vai te ajudar bastante nesse ponto. (Eu usei Londres como base para Reino Unido e países próximos e fui para Escócia, Bélgica e Bruxelas de ônibus)
  • Para distâncias maiores, utilize ao máximo os vôos dentro de um mesmo continente. A diferença de valor é irrisória. Só não esqueça que tem aqueles limites de vôo por zona e total, você vai precisar fazer as contas e alguns testes. (Minha ideia inicial era voar de Barcelona para Londres por conta, usando uma low cost, para liberar mais vôos para a Ásia. Minha cota de Ásia explodiu e no fim “sobrou” vôos e decidi usar nesse trecho europeu. Incluir esse vôo de Barcelona para Londres tornou o valor total da minha passagem R$ 3,00 mais caro. É isso mesmo, 3 reais).
  • Se sua cota de vôos ultrapassar o limite, veja quais são as opções mais baratas para fazer por conta, seja de ônibus, trem ou voando por outras cias aéreas (lembre que trechos por conta contabilizam como um vôo). Mantenha os trechos caros nessa passagem, o valor vale a pena.
  • Tenha noção de quanto tempo quer ficar em cada lugar para marcar as datas dos vôos. É possível alterar depois, mas pode ser que te dê algum trabalho. O quanto menos precisar mudar durante a viagem, melhor!
  • Veja os horários dos vôos na hora de escolhê-los. Eu optei por fazer os com mais de 6 horas sempre a noite, assim dormia no avião, não perdia o dia e pagava uma noite de hospedagem a menos. Também me preocupei em nunca chegar em algum lugar a noite, porque é mais difícil conseguir informação, o transporte público pode não estar mais funcionando, é mais difícil de se localizar, mais perigoso etc. Chegar em um novo destino com a luz do dia é sempre melhor!
  •  Mais uma vez, invista nessa fase. Faça testes, altere os destinos, inclua novas cidades, troque as datas dos vôos… até chegar na melhor opção. Esse tempo pode te economizar uma boa grana, além de tirar preocupações futuras da sua frente.

 

 

Quanto custa?

Com o roteiro e vôos definidos, teoricamente basta você ter um cartão de crédito com limite suficiente para pagar a passagem e fazer a compra online. Na teoria é lindo, na prática o que apareceu para mim foi a tela abaixo.

Passagem RTW

 

Já tinha falado com a minha gerente para aumentar o limite do meu cartão e ele era suficiente. Nunca descobri se o problema era realmente o meu cartão ou era o site, mas acabei resolvendo de uma outra forma. Tentei ligar na Tam, que tinha acabado de entrar na Oneworld e, apesar de terem divulgado essa passagem, praticamente não tinham informações sobre ela e me pediram para verificar no site (e eles não a vendiam).

Descobri então que a empresa responsável por todos os trechos é a cia aérea que faz o primeiro vôo, ou seja, meu primeiro destino era Barcelona, feito pela Iberia e eles seriam responsáveis por alterar meu vôo no Japão (operado pela JAL), se fosse necessário. Liguei na Iberia para comprar minha passagem e para minha surpresa a atendente não tinha conhecimento dessa passagem.

A terceira tentativa foi fazer via agência de viagem. Como já tinha percebido que o assunto não era de conhecimento geral, fui direto em uma de grande porte, bem conhecida, com boa estrutura etc. Liguei, falei com a atendente e tive que explicar o que era passagem volta ao mundo, como funciona, quem vende e tudo mais. Passei os dados de cada vôo e eles ficaram de ver quanto ia ficar. Essa resposta veio depois de 5 dias, quando eu já tinha comprado a passagem em outro lugar.

E como eu consegui comprá-la? Lembra daquela regra do primeiro vôo? Liguei em outra cia aérea para ver se esse desconhecimento era geral mesmo e tentei a American Airlines. Para minha felicidade eles conheciam a passagem, souberam me dar todas as informações e faziam a venda, mas não online. Alterei meus planos e comecei minha volta ao mundo por Nova York (com um vôo operado pela American Airlines), Barcelona passou a ser a segunda parada. Imprimi meu roteiro, fui até uma loja física e depois de umas 2 horas e de dar muito trabalho para a moça da loja (que foi super fofa) colocar tudo no sistema, sai feliz, com minha passagem comprada e todos os vôos marcados! Há uma taxa por fazer a compra em loja física e não online, eu bem que tentei fugir dela, mas não teve muito jeito.

O preço da passagem é calculado de acordo com os continentes percorridos e a quantidade de milhas voadas. Incluir um novo continente vai ser um acréscimo considerável, ainda assim a diferença é menor que o valor de um vôo independente. É claro, voar de econômica e executiva também faz uma bela diferença. Portanto, o valor da sua passagem vai depender do seu roteiro, provavelmente algo entre R$ 9 mil e R$ 12 mil, considerando que são até 16 vôos é um preço bem razoável, não?

Além disso, você pode acumular milhas em todos os trechos, o que pode te render uma passagem de graça no futuro. Só não esqueça de se cadastrar no programa de milhagens e pedir os pontos no momento do check in. Atenção: os vôos de cias da mesma aliança podem se pontuados todos juntos, assim você junta pontos mais rápido e evita que eles vençam antes de conseguir atingir a quantidade necessária. Por exemplo, se você tem o Fidelidade Tam e voa pela Oneworld todos os pontos podem ir para esse programa do qual você já participa. O único detalhe é que, por ser uma  tarifa promocional, a pontuação é mais baixa (vale verificar quais são as regras do programa de milhagem para esse caso).

 

Prós e Contras

Como tudo na vida, existem pontos positivos e negativos. A principal vantagem é o valor. Se você for comprar cada trecho de forma independente o preço final vai ser 3, 4, 5 muitas vezes maior. Só é preciso planejar tudo com antecedência, mas depois você passa o resto da viagem sem se preocupar com isso.

E a principal desvantagem é exatamente o planejamento, na verdade a falta de flexibilidade. É bem difícil calcular cada passo para uma viagem longa e o seu roteiro acaba ficando meio engessado. Se você gostou de um lugar até pode trocar a data da sua passagem para ficar um pouquinho mais, mas se mudar de planos no meio do caminho e decidir ir para outro lugar… ai complica.

Ainda assim eu vejo a passagem volta ao mundo como uma ótima maneira de viajar ao redor do planeta, principalmente se você tem planos definidos e uma data certa para voltar (assim como eu tinha). Se sua ideia é seguir o fluxo, deixa a vida me levar para onde o vento soprar, talvez não seja a melhor opção.

 

Alternativas?

Se a passagem volta ao mundo não é a melhor opção para você, existem alternativas. Uma delas é ir comprando seu vôos trecho por trecho e, para isso, sempre ficar de olho nas promoções e abusar das cias low cost. Também vale fazer trajetos por terra (trem ou ônibus). Essa opção é válida para quem tem tempo para fazer isso durante a viagem, porque vai dar trabalho e você vai ter que deixar de passear em algum momento e dedicar alguns dias (ou pelo menos períodos deles) para se planejar, principalmente se quiser pagar barato por isso.

Outra opção são as chamadas passagens multi-stop que, como o nome diz, tem várias paradas e você decide destinos e datas. Diferente da passagem volta ao mundo, nesse caso você pode ir e vir da forma que quiser, sem ter que seguir apenas para leste ou oeste.

 

E você? Já utilizou a passagem volta ao mundo? Conte como foi aqui nos comentários!

 

 

Leia também:

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10 dicas para passagem aérea barata

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Como economizar durante a viagem?

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The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Amante da natureza, de aventuras, da cultura asiática e de causas sociais, reside em São Paulo, mas já morou no Japão, na Austrália e no Chile, já deu uma volta ao mundo e está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

26 Comments

  1. 27/01/2017 at 15:32 — Responder

    Louca pra comprar uma dessas!!! Adorei o post, mega informativo. Beijos, Lala Rebelo

  2. 27/01/2017 at 16:55 — Responder

    Oi Patricia! Achei muito legal esse esquema! Realmente, fala-se muito pouco nesse tipo de passagem! Post super útil pra quem pensa em dar a volta ao mundo! Um beijo!

    • 31/01/2017 at 12:31 — Responder

      Não tem muita informação mesmo. Eu penei um pouquinho para descobrir como funciona. Bjo!

  3. 27/01/2017 at 17:10 — Responder

    Patricia, parabéns pelo post, está bem explicadinho!
    Eu gostaria muito de fazer uma volta ao mundo. Você achou difícil se programar com tanta antecedência e para um período tão longo?
    Quando fui para o Japão, para ficar quase três meses, foi um desafio me planejar!

    • 31/01/2017 at 12:34 — Responder

      O grande desafio foi definir o roteiro. Além das regras da passagem, tentei casar com melhores épocas para ir para cada lugar, fugir do frio e das chuvas e ainda tem coisas como vistos e religião no meio. Um verdadeiro quebra-cabeça.
      Com isso definido, foi bem tranquilo. Na verdade não planejei tudo o que ia fazer antes de ir, geralmente chegava nos lugares sem nada definido.

  4. 27/01/2017 at 21:17 — Responder

    Muito interessante esse post. Já até salvei nos meus favoritos! rs.
    Parabéns pelo post!

    =*
    Keul

    • 31/01/2017 at 12:35 — Responder

      Tá vindo uma volta ao mundo por aí, Keul??
      Dou todo apoio!!

  5. 28/01/2017 at 12:24 — Responder

    Oi Patricia.. O post está completinho, eu sempre fiquei muito na dúvida em relação a esse tipo de passagem, mas você colocou tudo muito bem explicado. Detalhadíssimo! Parabéns! =)

    • 31/01/2017 at 12:36 — Responder

      Obrigada Martinha!
      Apanhei um pouquinho para juntar as informações, nada mais justo que facilitar a vida dos outros. =]

  6. 28/01/2017 at 12:34 — Responder

    Muito bom esse post!. Realmente, a falta de flexibilidade é uma desvantagem, mas o preço compensa muito e com bastante planejamento é possivel diminuir as chances de precisar/querer fazer mudanças no meio do caminho. 🙂

    • 31/01/2017 at 12:37 — Responder

      O preço compensa mesmo! A falta de flexibilidade realmente é um ponto negativo, mas isso depende muito do estilo de viagem de cada um. Quem é mais planejado se adapta bem, acho.

  7. 28/01/2017 at 13:05 — Responder

    Oi, Patricia!!
    Amei seu post, antes de decidir que desenharia um novo estilo de vida como nômade digital — viajando e trabalhando — pesquisei muito sobre a passagem de volta ao mundo. No entanto, poucos blogs souberam detalhar tão bem.

    Beijão!!!

  8. Gente, já li sobre isso e é um quebra cabeça dificílimo de montar mesmo! Eu já desisto nessa parte hehehe

    • 31/01/2017 at 12:41 — Responder

      hahahahaha….
      É um quebra-cabeça mesmo! Tem que ter paciência e pesquisar bastante antes de fechar o roteiro. Leva algum tempo…

  9. 28/01/2017 at 22:12 — Responder

    Nossa, Patrícia, que sonho!! Quero muito um dia fazer. Quanto tempo levou a tua volta ao mundo? Amei demais este post!!!

    • 31/01/2017 at 12:42 — Responder

      Michela,

      Foi um sonho realizado mesmo. Foram 6 meses e meio, incríveis e intensos.
      To louca pra fazer uma volta ao mundo, parte 2. hahaha…

  10. 30/01/2017 at 16:30 — Responder

    Que massa! E que sonho né. O post esta muito bem explicado, parabpens. Um dia gostaria muito de fazer uma volta ao mundo. Quem sabe né…

    • 31/01/2017 at 12:43 — Responder

      Ana,

      Planejamento e foco é o segredo. É possível sim!
      Foi um sonho mesmo, saudades de cada dia dessa viagem! =]

  11. Andreia lima
    03/05/2017 at 08:29 — Responder

    Patrícia seu post foi espetacular ! Mastigado e engolido praticamente kkkkk.
    Obrigada pela nobreza de repassar informações tão detalhadas. Vai ajudar muitas pessoas !

    • 03/05/2017 at 10:15 — Responder

      Obrigada, Andreia! Fico muito feliz em saber que pode ajudar os viajantes a se aventurarem pelo mundo! =)

  12. Silvia Triboni
    03/05/2017 at 12:52 — Responder

    Belo e utilíssimo trabalho Patrícia!
    Este texto que reúne tudo o que se quer saber sobre Passagem Volta ao Mundo vai me ajudar muito em meus futuros planos
    Obrigada! ?

    • 04/05/2017 at 11:17 — Responder

      Que bom saber que vai te ajudar, Silvia!
      Vai ser uma linda viagem. Se precisar de ajuda, me avise! =]

  13. Tony
    21/07/2017 at 01:03 — Responder

    Oi Patricia!

    Parabens pelo blog. Moro no Japao e tb sou viajante frequente, gosto muito das suas historias, sao muito interessantes e contadas com muita clareza e objetividade.

    Soh um detalhe que gostaria de acrescentar: A United Airlines tb tem hub em Guam (para a regiao Pacifico) e Tokyo-Narita (para a Asia). Viajo sempre pela UA e sou membro Gold da Star Alliance e Sapphire da OW.

    Uma dica: Nao deixe de visitar o Hawaii!

    Abs!
    Tony

    • 22/07/2017 at 07:38 — Responder

      Oi Tony!
      Obrigada! Fico muito feliz com esse retorno.

      E obrigada também pela informação.
      Hawaii é um dos lugares que ainda não conheço e quero muito ir!

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