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Em Doi Suthep

Ontem fui na agência comprar minhas passagens. Quase tudo programado agora! Aproveitei para comer no Mc. Como sempre, preciso experimentar o que tem de tradicional em cada lugar e o Mc tem lanches típicos de cada país (o brasileiro é o cheddar). Comi um sanduíche com hambúrguer de porco. Bom e com gosto de nikuman! (muitas coisas lembram o Japão aqui. Me deu uma saudade!).

Mc Donalds

Chiang Mai é uma cidade cercada por muros e o acesso se dá por esses portões

Será que depois de muito tempo na mesma posição acontece isso??

Fui para o Doi Suthep. Um templo que fica montanha acima. Achei que não ia chegar nunca e estava quase vomitando dentro do carro de tantas curvas que tinham no caminho. Peguei um songthaew para chegar lá, um taxi coletivo que vai pegando gente no caminho.

Conheci uma tailandesa e sua mãe (eu acho). Entramos no templo e ela pediu para ir junto com elas. O máximo que ela falava de inglês eram coisas como “where are you from” e “what’s your name”. Mimiquês de novo!

Fui seguindo elas. Ela comprou uma flor, vela e incensos pra mim. Demos 3 voltas em torno de um monumento segurando tudo, depois acendemos as velas e os incensos e deixamos as flores junto com outras que estavam lá. Não faço a menor ideia do que significa tudo isso, só fui copiando. Depois fomos na frente de um monge que jogou água na gente, como se estivesse benzendo, e amarrou uma fita no meu braço.

Minha vela e incenso estão ai

É proibido entrar nos templos com os ombros a mostra

Muitos sinos. Não sei qual o significado, mas toquei todos eles

A mãe tailandesa

E a filha tailandesa

A vista do lado de fora do templo, no alto de uma montanha

 

Ela tirou um monte de fotos pra mim e me mostrou tudo! E nem me deixou pagara minha própria água! Já esqueci o nome dela, era mto difícil. Mas ela também achou o meu difícil e não conseguia falar. Peguei o e-mail dela para mandar as fotos depois.
Voltei para tomar um banho e fui para o night market, uma feirinha gigante com um monte de bugigangas e preços baixos, muita coisa falsificada, mas bom para comprar souvenirs e pechinchar. Foi uma bela caminhada andar até lá, andar por lá e voltar andando.

Night market. Praticando a pechincha!

The Author

Patricia

Patricia

Patricia é educadora de formação, marketeira de profissão e viajante por paixão. Amante da natureza, de aventuras, da cultura asiática e de causas sociais, reside em São Paulo, mas já morou no Japão, na Austrália e no Chile, já deu uma volta ao mundo e está sempre em busca de boas recordações para adicioná-las à sua bagagem de memórias.

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